Em uma terceira tentativa, o Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julga na próxima quinta-feira, dia 29 de abril, o caso do atacante Jóbson, ex-Botafogo, punido em janeiro com dois anos de suspensão após ser pego em exame antidoping pelo uso de cocaína.
No dia 8 deste mês, a sessão em que o processo estava em pauta acabou adiada para o dia 15, por conta das chuvas no Rio de Janeiro, que impediram a presença de auditores de outros estados. Na sessão seguinte, foi a vez de o advogado do jogador pedir o adiamento em função de problemas pessoais.
Jóbson será defendido por Carlos Portinho, advogado Brasiliense, clube com o qual o atacante tem contrato, e que havia emprestado o jogador ao Botafogo durante o segundo semestre de 2009.
O defensor disse que o último adiamento foi feito com o consentimento do próprio Jóbson. “Conversei também com o Jóbson, passei meus motivos para ele, que entendeu e me autorizou a tentar o adiamento”, disse Carlos Portinho ao site Justicadesportiva.com.br na oportunidade do segundo adiamento.O pedido foi aceito pelo relator do processo, o auditor Alexandre Quadros.
Entenda o caso:
Como foi flagrado duas vezes, a Procuradoria do STJD insistiu a todo o momento pelo banimento do atleta, considerando que ele praticou duas vezes a infração, e que por isso seria reincidente. Mas, no primeiro julgamento, depois de o atleta confessar o uso do crack e não da cocaína, os auditores entenderam que houve apenas uma infração, e decidiram, por maioria de votos, suspender Jobson por dois anos.
Também recorrente, a Procuradoria seguirá, neste segundo julgamento, sustentando que o jogador deva ser banido. Já a defesa reforça, em seu recurso, a tese de que a pena deve ter caráter pedagógico por se tratar de um problema social, solicitando assim a extinção do processo ou a redução da suspensão para quatro meses ou, no máximo, um ano de gancho.
A tese da defesa é de que o crack é uma “droga da sociedade” e está incluída na lista de substâncias proibidas pelo mal que faz à saúde e não pela vantagem que pode dar a um desportista. O advogado Carlos Portinho usa ainda o zagueiro Renato Silva, atualmente no São Paulo, e o jogador de vôlei Giba como exemplos de superação, tendo ambos recebido penas menores que Jobson após serem flagrados em doping por uso de maconha.







Faltando três dias para o primeiro jogo da final do Estadual, torcedores alvinegros e tricolores dão exemplos de paz e solidariedade. Os Racheiros Alvinegros enfrentaram os Leões do Racha em um amistos bem animado e deram o ponto pé inicial da campanha “jogando pela paz”. O objetivo é arredar alimentos para as vítimas as enchentes no Rio de Janeiro


O Manchester United é o clube mais rico do futebol mundial. Segundo pesquisa da revista Forbes, que utiliza dados como direitos de transmissão, patrocinadores, vendas de ingresso e marketing, o time inglês faturou 1,4 bilhão de euros (R$ 3,27 bilhões) em 2009, o que o coloca inatingível na primeira posição. Real Madrid, Arsenal e Barcelona completam o grupo dos clubes mais ricos.