Há indícios suficientes de que a prefeita de Fortaleza Luizianne Lins praticou ato de improbidade administrativa ao usar agentes da Guarda Municipal para fazer a segurança na casa da mãe dela. É o que afirma o Ministério Público do Estado (MP).
O MP esclareceu, nesta segunda-feira(22), que a Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa contra a prefeita contém todos os documentos que comprovam os indícios de desvio de função da Guarda Municipal.
A prefeita Luizianne Lins não é a única citada na ação, também respondem o chefe da Guarda Municipal, José Arimá Rocha Brito; e a mãe de Luizianne, Luiza Maria de Oliveira Lins.
Além de conter os documentos, a ação contempla os devidos procedimentos administrativos que apontam os indícios da existência de improbidade em relação à má utilização e desvio de função da Guarda Municipal de Fortaleza (GMF).
Extravio de provas
Na última sexta-feira (19), servidores do Setor de Protocolo do Fórum Clóvis Beviláqua, teriam perdido o conjunto de provas que sustentam a Ação Civil Pública.
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Na manhã desta segunda (22), o promotor Ricardo Rocha foi informado de que as provas foram encontradas, encaminhadas para digitalização e depois encaminhadas para a 9ª Vara da Fazenda Pública.
Redação Jangadeiro Online, com informações do MP


